Libertação de Ezra Jin Mingri
Ezra Jin Mingri, fundador e pastor de uma igreja subterrânea na China, foi finalmente liberado após um longo período de prisão. Ele chegou a Los Angeles no dia 3 de julho de 2026, reunindo-se com sua família pouco antes do Dia da Independência dos Estados Unidos. Esta notícia foi recebida com alívio e celebração entre os defensores dos direitos humanos e da liberdade religiosa.
Histórico de Prisão
Mingri havia sido preso em um contexto de repressão crescente às organizações religiosas na China. Em outubro de 2025, ele foi detido junto a dezenas de membros de sua igreja, a Zion Church, durante uma operação das autoridades chinesas. A Igreja de Zion, conhecida por sua postura independente, enfrentou severas pressões por parte do governo, levando Mingri a buscar refúgio nos EUA em 2018, embora tenha retornado à China posteriormente, o que resultou em sua detenção.
Demandas Internacionais
A libertação de Jin Mingri ocorreu após uma cúpula em que o presidente Donald Trump fez um apelo ao líder chinês Xi Jinping para que liberasse prisioneiros políticos, incluindo Mingri e o ativista pro-democracia Jimmy Lai. A situação de ambos gerou preocupações significativas sobre a liberdade religiosa e os direitos humanos na China.
«A luta por liberdade religiosa é uma questão que transcende fronteiras e deve ser defendida por todos nós», disse um porta-voz de uma organização de direitos humanos após a liberação de Mingri.
Reunião Emocional com a Família
A chegada de Mingri aos EUA foi marcada por uma emocionante reunião com seus entes queridos. Sua família expressou grande alegria e alívio por sua liberdade, destacando o impacto que a prisão teve em suas vidas. Muitos esperam que sua história inspire outros a lutar pela liberdade religiosa e pelos direitos humanos, não apenas na China, mas em todo o mundo.
O futuro de Ezra Jin Mingri ainda é incerto, mas sua libertação é vista como uma vitória significativa na luta por liberdade religiosa e direitos humanos. Defensores esperam que essa mudança leve a uma maior conscientização sobre os desafios enfrentados por aqueles que lutam contra a opressão religiosa.








