Um Caminho de Fé e Redescoberta
Hoje, completo treze anos desde o meu primeiro recebimento da Comunhão como católico romano. Esta jornada, que começou no protestantismo, passou pela ortodoxia oriental e culminou em Roma, é um testemunho do amor e da graça divina que me guiaram. O meu relato, que será divulgado em meu próximo livro, reflete não apenas uma mudança espiritual, mas também uma redescoberta do que significa ser parte da verdadeira Igreja.
Por que a Ortodoxia não era o Caminho
Logo após a eleição do Papa Francisco, tomei a decisão de me converter ao catolicismo. Nunca me arrependi dessa escolha. A experiência de viver sem a primazia romana foi reveladora e, desde então, percebo que essa primazia é essencial para a humildade e a unidade da fé. Ao contrário, a ortodoxia apresenta divisões profundas e uma patologia em relação à caridade, que a impede de ser um verdadeiro reflexo da unidade cristã.
Reflexões sobre a Minha Experiência
Durante meu tempo como cristão ortodoxo, percebi que:
- A falta de um líder central resulta em confusão e desunião.
- As disputas internas são frequentes e, em muitos casos, prejudiciais.
- O amor ao próximo é frequentemente ofuscado por disputas teológicas.
“A primazia romana é instituída por Deus e é a salvaguarda para a humildade.”
Essas experiências me levaram a entender que a união sob a liderança do Papa não é apenas desejável, mas necessária. A Igreja Católica oferece um caminho claro e seguro para a vida cristã, onde a caridade e a verdade andam lado a lado.
Concluindo Minha Jornada
Ao olhar para trás, vejo que minha transição da ortodoxia para o catolicismo foi uma escolha que não só transformou minha vida espiritual, mas também me trouxe uma nova compreensão da comunidade cristã. A Igreja Católica, sob a liderança do Papa Francisco, representa um compromisso com a unidade e a caridade, valores que acredito serem fundamentais para a evangelização do mundo contemporâneo.









