Defesa da Comissão de Liberdade Religiosa
No dia 24 de março, o Cardeal Timothy M. Dolan, ex-arcebispo de Nova York, uniu-se ao Bispo Robert E. Barron de Winona-Rochester, Minnesota, para defender o trabalho da Comissão de Liberdade Religiosa, da qual são membros. Essa defesa surge em resposta a alegações feitas pela ex-comissária Carrie Prejean Boller, que foi removida da comissão no mês passado.
Controvérsias e Acusações
A remoção de Prejean Boller aconteceu após uma audiência realizada em 9 de fevereiro, que teve como objetivo examinar o aumento do antissemitismo. Durante a audiência, a ex-comissária, que se identifica como católica, teve algumas trocas tensas com testemunhas judias americanas. Após a sua remoção, Prejean Boller fez alegações nas redes sociais, afirmando que sua saída da comissão foi motivada por suas crenças católicas.
“Nos últimos semanas, Carrie Prejean Boller tem reclamado que foi removida da Comissão Presidencial sobre Liberdade Religiosa devido às suas crenças católicas”, disse o Bispo Barron em uma postagem no X. “Isso é absurdo.”
O Bispo Barron também mencionou que a ex-comissária não foi dispensada por suas convicções religiosas, mas sim por seu comportamento durante a reunião da comissão, onde ela teria intimidado testemunhas e desvirtuado a discussão para fins políticos.
Declarações do Cardeal Dolan
Em uma postagem no X, o Cardeal Dolan apoiou os comentários do Bispo Barron, afirmando que suas observações são claras e que concorda plenamente com ele. Durante a audiência, Prejean Boller fez perguntas polêmicas, questionando se falar sobre o que muitos americanos consideram um genocídio em Gaza seria classificado como antissemitismo. Ela também afirmou que católicos não abraçam o sionismo, questionando se isso tornaria todos os católicos antissemitas. No entanto, ela não definiu o que entendia por “sionismo”, um termo que possui um espectro de definições.
O Bispo Barron continuou a refutar várias das afirmações feitas por Prejean Boller em sua postagem no X, destacando a importância de se manter o respeito e a clareza nas discussões sobre questões delicadas.








